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Desperdir de uma criança no consultório, vendo-a ir embora feliz depois de um atendimento muitas vezes complexo, é extremamente gratificante. É concluir que todo trabalho na formação de profissionais qualificados e no planejamento do ambiente do consultório, desde a recepção até a sala de atendimento, deu certo. Em nosso dia a dia somos procurados por responsáveis preocupados com a saúde das suas crianças.

Odontopediatria

Alguns nos escolhem para o primeiro contato da criança com a odontologia, mas muitos nos procuram com histórias de traumas sofridos anteriormente. Para isso estamos preparados não só para o atendimento odontopediátrico, mas principalmente para ouvir, entender e planejar como esta experiência com a criança acontecerá da melhor forma para todos.

Sedação em Odontopediatria

Apavorados com acontecimentos do passado, a procura por um atendimento “milagroso” em qualquer caso é fantasiosa. Chamamos assim pois é o que muitos acreditam ser o atendimento a base de sedação. Ao querer pular as etapas da construção de uma relação de confiança entre o odontopediatra e a criança, muitos se esquecem e nem questionam dos riscos envolvidos em um atendimento que envolve um procedimento como a sedação.

A sedação em odotopediatria tem suas indicações, muitas vezes imediata quando a saúde geral da criança está comprometida, principalmente se há algum problema fisiológico ou neurológico, e que este não contraindique este tipo de intervenção. Todo o histórico médico da criança deve ser minuciosamente pesquisado, junto ao pediatra, para decidir se este é o melhor caminho. E todos os riscos devem ser informados aos responsáveis, que deverão entendê-los e autorizar o procedimento por escrito.

Não só em casos de sedação esta autorização deve ser feita. Nos dias de hoje precisamos nos resguardar, tanto profissionais quanto pacientes, antes de iniciarmos qualquer procedimento por menos invasivo que seja, em adultos ou em crianças. Tudo a ser realizado, desde uma simples limpeza – que pode tornar-se não tão simples assim – deve ser explicado, expostos os benefícios e as complicações possíveis, compreendido e contratado por escrito.

Além disso, o profissional deve ser respeitado e visto como quem estudou (e ainda estuda) e entende o que deve e como deve ser realizado. Os meios de comunicação hoje são bastante informativos, esclarecem muitas de nossas dúvidas, mas não tornam as pessoas profissionais de saúde. Também são encontradas muitas informações erradas, que confundem e desesperam sem razão. Ou dão esperanças em vão.

Voltando ao atendimento odontopediátrico, o responsável deve conversar com o profissional antes do atendimento, esclarecer suas dúvidas e ser informado como deve se comportar durante o atendimento da criança caso seja decidido por sua permanência na sala de atendimento. Às vezes é penoso para o adulto entender que não está em sua casa e que naquele momento a criança não está sobre o seu comando, o que difilculta e pode até impedir que o atendimento seja realizado. Este problema se agrava com responsáveis superproteores, que não compreendem que uma postura mais séria do profissional com a criança, em um momento de “birra”, é necessária para fazê-la entender que esta atitude não funciona (pelo menos no ambiente do consultório), que nada demais irá acontecer e que o procedimento será concluído independente dos artifícios que ela utilize para impedí-lo. Uma criança pode ter um comportamento em casa mais difícil e tornar-se mais maleável no consultório, desde que os responsáveis deixem a criança compreender que o consultório tem regras diferentes.

Outra atitude que deve ser evitada é ameaçar a criança com castigos ou tentar recompensá-la com presentes. Isto não deve acontecer em casa e muito menos durante o atendimento. A ida ao dentista deve ser trabalhada como um compromisso indispensável mas agradável, e por isso o ambiente e os profissionais envolvidos devem estar preparados para recebê-la e serem identificados pela criança como amigáveis. Nada de frases como: “- Se você não se comportar a tia vai brigar com você!” ou “...vai te dar uma injeção!” ou “...não vai ganhar aquele presente.”.

Por tudo isso, a busca que devemos fazer é da confiança. Achar um ambiente que nos acolha com profissionais qualificados, humanos, que entendam as nossas necessidades em todas as esferas e que, no final de tudo, as resol vam da forma mais completa possível.

Nosso consultório fica em Icaraí, Niterói, e conta comprofissionais especializados para o atendimento de bebês e crianças. São os odontopediatras, também chamados de “dentistas de criança”. Agende uma consulta!